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   O Estanho é um dos metais mais antigos conhecido pelo homem. Ligar este metal ao cobre para fazer o bronze, foi uma das descobertas significativas do ser primitivo.

A descoberta de objetos em estanho nas Pirâmides do Egito demonstra que este metal é conhecido desde épocas bem remotas. A história registra também que os chineses já utilizavam o estanho, metal de cor branca há pelo menos dois mil anos a.C.

Na Idade Média tornou-se uso cotidiano, na fabricação de utensílios médicos e recipientes para remédios. Os egípcios e depois os romanos utilizaram-no largamente na confecção de artigos de uso doméstico e eclesiástico, como jarras, taças, castiçais entre outros. Mas foi na Europa do século XV, XVI e XVII que este metal conheceu o seu apogeu, mais tarde sua popularidade foi obscurecida na medida do desenvolvimento da indústria cerâmica na segunda metade do Século XVIII.

Ao final do Século XIX, o Estanho retomou sua popularidade e o interesse que desperta atualmente, devendo-se ao aprimoramento de sua qualidade e variedade de peças à disposição, e aos cuidados mínimos que exigem este metal para a conservação de toda sua beleza.

   PEWTER é o nome que se dá a liga metálica com a qual se faziam e ainda são feitos os objetos desta natureza. Com essa liga, aliando-se a habilidade de seus artesãos à técnica especializada moderna e mantendo o mesmo padrão de qualidade.

O PEWTER é uma liga metálica composta basicamente de Estanho (95%), contendo pequenas quantidades de antimônio (3,5%) e cobre (1,5%) uma vez que o Estanho puro é um metal nobre no qual essa liga é reconhecida mundialmente pela marca X.

Este detalhe é significativamente importante, pois é a garantia que as empresas dão aos seus clientes, de que seus artigos em geral, e principalmente para uso alimentar, são fabricados pela liga internacionalmente conhecida como PEWTER.

O Estanho é um metal quimicamente estável, razão principal de seu uso em utensílios de mesa, porque não altera o sabor ou a propriedade dos alimentos.